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Penteados de Noiva para Cabelos Curtos


Penteados de Noiva para Cabelos Curtos   Dicas de Moda, Modelos cabelos curtos noivas
Gif de amorDicas:
**A Dica ideal para as noivas de cabelo curto é dar volume ao cabelo, Pois Quanto mais volumoso, maior ele parece.
** Outra dica legal é: as noivas de cabelo curto tem que abusar dos acessórios: Tiaras, presilhas, coroas, pentes tudo isso é indicado, menos um véu muito longo. Quando se tem cabelo curto não é bom optar por véu grande e sim pequeno.
Ou seja, uma noiva de cabelos curtinhos tem que ousar mais no visual e usar a criatividade!
- Cabelo Curto repicado, os cabeleireiros deram volume ao cabelo e colocaram uma tiara:

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Vestidos de Noiva 2012 – todos os estilos

Vestidos românticos e as saias volumosas são os destaques para o próximo ano.






Vestidos de novia para 2012, todas las tendencias. Colección Alvina Valenta 2012


Petite robe blanche courte de Cymbeline, style bohème


Los vestidos de novia Pronovias 2012 poseen líneas inspiradas en la costura tradicional




San Patrick 2012 collection Costura


Vera Wang anche per la sposa 2012 punta sul lungo e sui tessuti vaporosi



Alvina Valenta 2012. Faldas amplias de novia


Vestido de novia con escote palabra de honor y cinturón plateado. Colección Glamour Pronovias 2012


Fashion Sadur - La Sposa 2012



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♥Penteados para Noivas 2012♥

Hoje em dia, o cabelo é uma preocupação para a noiva, quase tão importante quanto o vestido. A escolha certa pode incrementar o visual geral assim como a escolha errada, pode ofuscar todo glamour e elegância intencionados...


Veja algumas dicas:



























  penteado de noiva 2012

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Apaixonado.



E
star perdidamente apaixonado pode ser um sentimento terrível para um escritor. Pode provocar os efeitos mais estranhos que se possa imaginar. Por um lado devia de ser um sentimento maravilhoso, um estado supremo, mas rapidamente se pode tornar numa dependência. Então que acontece quando essa dependência não pode ser alimentada, nem satisfeita? Quando nos agarramos a algo que rapidamente transforma a nossa vida num pesadelo? Acontece que ficamos ainda mais perdidos. Não encontramos as palavras necessárias para expressar aquilo que nos vai na alma. Perdemos noção da verdadeira essência da situação, provoca arrepios profundos, dor, tortura.

Estar apaixonado é bom quando existe uma correspondência para essa paixão. As paixões inspiram mais do que tudo o resto que nos rodeia. Quando estamos apaixonados olhamos a nossa volta e tudo parece diferente, no entanto, não foi o que está em nosso redor que se modificou. Foi o nosso estado interior. A alma eleva-se para junto da lua e das estrelas. Lua e estrelas que antes deslumbravam e inspiravam com a sua beleza agora existem apenas para recordar que afinal existe algo ainda mais maravilhoso do que esses corpos celestes suspensos no infinito. A pessoa por quem nos perdemos.
Quando nos apaixonamos o mundo abranda de modo a que tudo se torna mais nítido mas menos claro. Mais nítido porque sabemos o que queremos, mas menos claro porque não encontramos a forma de alcançar. Como um alpinista que encontra a montanha mas não o caminho para chegar ao seu topo. Pode até iniciar a escalada, mas vai chegar a um ponto que vai ter que inventar um caminho. Isto não passa de mais um desafio na nossa vida. Um desafio que tem que ser encarado com muita força de vontade para que seja possível ultrapassar. Fugir deste desafio pode significar infelicidade, por isso nada mais podemos fazer senão seguir em frente e espera que não encontramos a infelicidade na mesma. Porque a vida é feita destes altos e baixos. E não há nada que possa ser feito senão desafiar o desafio. É por isso que nos existemos.


Gif de amor"A beleza da lua e as estrelas recorda-me de ti, não ao contrário. Elas não passam de meros corpos celestes cuja beleza e encanto foram largamente ultrapassadas por ti. Elas já não me inspiram a mim, sou eu que as inspiro a brilham por ti."



Gif

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♥Lembranças para seu Casamento♥

Vários modelos para você escolher o seu...


*Doce


 * Bebida

*Sabonete Liquido


*Chinelo




*Terço
Coração com mini terço (caixa c/ 10 unidades)


*Caixinha

Caixa com noivos no avião (Kit com 10 unid.)

*Chaverinhos





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AMOR É PROSA, SEXO É POESIA

Sábado, fui andar na praia em busca de inspiração para meu artigo de jornal. Encontro duas amigas no calçadão do Leblon:

- Teu artigo sobre amor deu o maior auê... – me diz uma delas.
- Aquele das mulheres raspadinhas também... Aliás, que você tem contra as mulheres que barbeiam as partes? – questiona a outra.
- Nada... – respondo. – Acho lindo, mas não consigo deixar de ver ali nas partes dessas moças um bigodinho sexy... não consigo evitar... Penso no bigodinho do Hitler, do Sarney... Lembram um sarneyzinho vertical nas modelos nuas... Por isso, acho que vou escrever ainda sobre sexo...
Uma delas (solteira e lírica) me diz:
- Sexo e amor são a mesma coisa...
A outra (casada e prática) retruca:
- Não são a mesma coisa não...
Sim, não, sim, não, nasceu a doce polêmica ali à beira-mar. Continuei meu cooper e deixei as duas lindas discutindo e bebendo água-de-coco. E resolvi escrever sobre essa antiga dualidade: sexo e amor. Comecei perguntando a amigos e amigas. Ninguém sabe direito. As duas categorias trepam, tendendo ou para a hipocrisia ou para o cinismo; ninguém sabe onde a galinha e onde o ovo. Percebo que os mais “sutis” defendem o amor, como algo “superior”. Para os mais práticos, sexo é a única coisa concreta. Assim sendo, meto aqui minhas próprias colheres nesta sopa.
O amor tem jardim, cerca, projeto. O sexo invade tudo isso. Sexo é contra a lei. O amor depende de nosso desejo, é uma construção que criamos. Sexo não depende de nosso desejo; nosso desejo é que é tomado por ele. Ninguém se masturba por amor. Ninguém sofre de tesão. O sexo é um desejo de apaziguar o amor. O amor é uma espécie de gratidão posteriori pelos prazeres do sexo.
O amor vem depois, o sexo vem antes. No amor, perdemos a cabeça, deliberadamente. No sexo, a cabeça nos perde. O amor precisa do pensamento.
No sexo, o pensamento atrapalha; só as fantasias ajudam. O amor sonha com uma grande redenção. O sexo só pensa em proibições: não há fantasias permitidas. O amor é um desejo de atingir a plenitude. Sexo é o desejo de se satisfazer com a finitude. O amor vive da impossibilidade sempre deslizante para a frente. O sexo é um desejo de acabar com a impossibilidade. O amor pode atrapalhar o sexo. Já o contrrário não acontece. Existe amor sem sexo, claro, mas nunca gozam juntos. Amor é propriedade. sexo é posse. Amor é a casa; sexo é invasão de domicílio. Amor é o sonho por um romântico latifúndio; já o sexo é o MST. O amor é mais narcisista, mesmo quando fala em “doação”. Sexo é mais democrático, mesmo vivendo no egoísmo. Amor e sexo são como a palavra farmakon em grego: remédio e veneno. Amor pode ser veneno ou remédio. Sexo também – tudo dependendo das posições adotadas.
Amor é um texto. Sexo é um esporte. Amor não exige a presença do “outro”; o sexo, no mínimo, precisa de uma “mãozinha”. Certos amores nem precisam de parceiro; florescem até mas sozinhos, na solidão e na loucura. Sexo, não – é mais realista. Nesse sentido, amor é uma busca de ilusão. Sexo é uma bruta vontade de verdade. Amor muitas vezes e uma masturbação. Seco, não. O amor vem de dentro, o sexo vem de fora, o amor vem de nós e demora. O sexo vem dos outros e vai embora. Amor é bossa nova; sexo é carnaval.
Não somos vítimas do amor, só do sexo. “O sexo é uma selva de epiléticos” ou “O amor, se não for eterno, não era amor” (Nelson Rodrigues). O amor inventou a alma, a eternidade, a linguagem, a moral. O sexo inventou a moral também do lado de fora de sua jaula, onde ele ruge. O amor tem algo de ridículo, de patético, principalmente nas grandes paixões. O sexo é mais quieto, como um caubói – quando acaba a valentia, ele vem e come. Eles dizem: “Faça amor, não faça a guerra”. Sexo quer guerra. O ódio mata o amor, mas o ódio pode acender o sexo. Amor é egoísta; sexo é altruísta. O amor quer superar a morte. No sexo, a morte está ali, nas bocas... O amor fala muito. O sexo grita, geme, ruge, mas não se explica. O sexo sempre existiu – das cavernas do paraíso até as saunas relax for men. Por outro lado, o amor foi inventado pelos poetas provinciais do século XII e, depois, revitalizado pelo cinema americano da direita cristã. Amor é literatura. Sexo é cinema. Amor é prosa; sexo é poesia. Amor é mulher; sexo é homem – o casamento perfeito é do travesti consigo mesmo. O amor domado protege a produção. Sexo selvagem é uma ameaça ao bom funcionamento do mercado. Por isso, a única maneira de controla-lo é programa-lo, como faz a indústria das sacanagens. O mercado programa nossas fantasias.
Não há saunas relax para o amor. No entanto, em todo bordel, FINGE-SE UM “AMORZINHO” PARA INICIAR. O amor está virando um “hors-d’oeuvre” para o sexo. O amor busca uma certa “grandeza”. O sexo sonha com as partes baixas. O PERIGO DO SEXO É QUE VOCÊ PODE SE APAIXONAR. O PERIGO DO AMOR É VIRAR AMIZADE. Com camisinha, há sexo seguro, MAS NÃO HÁ CAMISINHA PARA O AMOR. O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. Amor é o sonho dos solteiros. Sexo, o sonho dos casados. Sexo precisa da novidade, da surpresa. “O grande amor só se sente no ciúme” (Proust). O grande sexo sente-se como uma tomada de poder. Amor é de direita. Sexo, de esquerda (ou não, dependendo do momento político. Atualmente, sexo é de direita. Nos anos 60, era o contrário. Sexo era revolucionário e o amor era careta). E por aí vamos. Sexo e amor tentam mesmo é nos afastar da morte. Ou não; sei lá... e-mails de quem souber para o autor.




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Ser Casado ou Estar Casado?

Como pode um casal continuar evoluindo, diante dos desafios do viver a dois?

Pesquisas relatam que a crise dos sete anos está caindo para os três anos de convívio. Por que será? 

A crise inicial de adaptação do casal que passa a conviver, seja ele casado ou não, é esperada. Adaptar-se aos ritmos, costumes e preferências do outro exige esforço, tempo e disposição. Toda a negociação que é exigida neste período é uma arte que a maioria dos casais desconhece, e saber que é necessário negociar não é saber negociar. 

Ao conviver intimamente, as defesas do casal são colocadas em alerta, já que lidar com a intimidade que o viver junto propõe ameaça o eu individual. Cada um pode acionar suas defesas e colocar-se reativo ao outro, e ao invés de cooperar para viver com as diferenças que o casamento evidencia, passa a lutar para eliminar estas diferenças. Um luta contra o outro para superar as diferenças que não aceita. A competição está lançada. A cooperação e a inclusão do outro serão um desafio a ser enfrentado por todos os casais. Aquele que foi escolhido por ser quem ele era passa a ser alvo de tentativas e manobras para tornar-se diferente...

Por outro lado, as pessoas casam e passam a considerar que casadas estão. Elas consideram exatamente isto: que ser casado é o seu novo estado. E estado não se discute, simplesmente é.

Ser casado, vivenciado sob este paradigma, resulta em pressupor ser aceito naturalmente, sem esforço de adaptação. Certas crenças sobre ser casado existentes em nossa cultura ainda criam a expectativa de que há garantias neste estado civil. Por mais que as pessoas saibam que casamento pode não existir para sempre, e que a longevidade do casamento perdeu-se nos tempos do “amor líquido”, muitas acreditam a priori que o casamento delas irá sobreviver. Elas partem de representações mentais sobre sua conjugalidade, construídas ao longo da vida, de que ficarão casadas. Provavelmente estas representações fazem com que estas pessoas adaptem-se ao casamento e confirmem seu projeto de conjugalidade, ou que criem falsas visões sobre seus relacionamentos. Assim, um relacionamento pode ser insatisfatório em vários aspectos, mas confirma o projeto de conjugalidade da pessoa e ela não questiona o que necessita ser mudado. 

Outras pessoas, por suas experiências vividas na família de origem ou em sua cultura, chegam ao casamento com a noção de que casamento não é para sempre e que a separação será o desfecho natural para o casamento delas. Porém, lidam concomitantemente com a pressuposição de que a separação correrá um dia, não sabem quando, lá na frente, após a vinda dos filhos, depois que eles crescerem, depois das bodas, depois de consolidar o patrimônio, depois, depois...

Assim, mesmo com o discurso corrente – “se não der certo eu me separo” – as expectativas frente ao casamento contêm a ideia de que casar é para ficar casado. Pois no momento em que as pessoas estabilizam sua união e criam compromissos uma com a outra, com dedicação, investimento na relação e parceria, separar-se torna-se uma realidade assustadora. Separar-se ameaça a estrutura da vida. Retira as certezas, tira do equilíbrio, dá medo. E ninguém quer passar por isto.

Vemos aqui o paradoxo: casar pode não ser para sempre. Mas as pessoas vivem como se fosse. A partir do momento que casam, passam a viver como se o casamento por si só fosse a garantia de que ele vai durar. Como se ele fosse um fim em si. Chegou-se ao objetivo, a vida agora é esta. Então não precisa se preocupar muito com o que se faz, nem com o que se diz ou deixa de dizer. As pessoas então acomodam-se, não propriamente ao casamento, mas à ideia que fazem dele, à representação mental que já vem construída antes mesmo do casamento se estabelecer.

A estabilidade é tão necessária que o ser humano economiza energia naquilo que já está garantido na sua vida, para poder investir no que não está. O trabalho, por exemplo, exige grande investimento de tempo, atenção e empenho. Ele raramente é estável. Para ele as pessoas dedicam-se diariamente. Para o casamento não. Ele ali está. Mesmo com carências, fissuras e insatisfações crônicas, a consciência de que ele pode se acabar não é concreta. 

Vivida desta maneira, esta realidade é incongruente. Por um lado, o casamento não tem garantias e pode morrer se não for cuidado. Por outro, é vivido como se ele, por si só, fosse a garantia e como se não precisasse de investimento. 
Aqui reside o equívoco: ser casado não é garantia de permanecer casado. Para permanecer casado, há que ter atitude e disposição, há que ter consciência. 
Casamento não é uma condição do ser humano e sim uma escolha de vida. Casar é uma opção, e é útil ao casal, ao invés de pensar que é casado, pensar que está casado. A noção de transitoriedade é importante para a consciência da finitude dos laços. Pensar que está casado faz o casal se ver responsável por esta realidade, enquanto crer que é casado cria uma ideia de continuidade e atemporalidade que gera uma atitude passiva frente ao status que se consolida por si. O casal que se conscientiza de que está casado tem que se responsabilizar por continuar casado se assim o deseja. E tem que desenvolver posturas e compromissos responsáveis e conscientes frente à relação conjugal e ao cônjuge, individualmente. 

Há uma pergunta básica que fazemos na terapia de casal: “O que obriga vocês a permanecer casados? “ Em geral a resposta vem automaticamente: “Nada nos obriga”. A consequência desta resposta para o casal é vital: por que querem continuar casados então? Ao dar esta resposta, cada um tem que pensar o que quer da vida, do casamento, do outro, mas também tem que pensar o que tem que dar de si para obter aquilo que deseja do casamento e do outro.

O que necessitam enfrentar para que o casamento continue? O que cada um quer do casamento? E o que oferta ao casamento para receber o que deseja? O que cada um tem a oferecer ao outro, daquilo que o outro precisa? Estas são algumas perguntas geradoras de reflexões na busca da responsabilidade individual frente ao casamento, que provocam a consciência de que para permanecer casados cada um tem que tomar esta decisão de tempos em tempos.

Se a crise chega cada vez mais cedo na vida dos casais da atualidade, provavelmente eles estão esperando do casamento mais do que ele pode dar e ofertando a ele menos do que ele precisa
.

Por: Psicóloga Rosana Ferrari


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♥CaSaMenTo♥

O casamento foi a maneira que a humanidade encontrou de propagar a espécie sem causar faltório na vizinhança. As tradições matrimoniais se transformaram através dos tempos e variam de cultura para cultura. Em certas sociedades primitivas o tempo gasto nas preliminares do casamento - corte, namoro, noivado, etc...- era abreviado. O macho escolhia uma fêmea, batia com um tacape na sua cabeça e a arrastava para sua caverna. Com o passar do tempo este método foi abandonado , por pressão dos buffets, das lojas de presente e das mulheres, que não admitiam um período pré-conjugal tão curto. O homem precisava aproximar-se dela, cheirar seus cabelos, grunhir no seu ouvido, mordiscar a sua orelha e só então, quando ela estivesse disraída, bater com o tacape na sua cabeça e arrastá-la para a caverna.

♥FrAseS dA vIDa♥

"O espirito se enriquece com aquilo que recebe;
o coração com aquilo que se dá."

"Não sei amar pela metade...
Não sei viver de Mentiras...
Não sei voar com os pés no chão..."

"Sou composta por urgências:
minhas alegrias são intensas;
minhas tristezas, absolutas.
Me entupo de ausências, me esvazio de excessos..."


"Para renascer sempre, olhe tudo ao seu redor com muito amor.
Ame o sol porque ele te aquece e também a chuva porque purifica o espírito."


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